Camada de decisão de preço sobre o S2P existente
Saber quanto deveria custar, e provar quanto você deixou de pagar.
O fornecedor pede o reajuste e você tem poucos dias para responder. O Suplys lê a composição de custo que ele mesmo entregou, cruza com a Convenção Coletiva da categoria, com os índices oficiais e com o que o Governo Federal paga pelo mesmo serviço, e devolve o número que se justifica com a origem de cada linha. O motor calcula. A inteligência artificial lê o documento e explica o resultado, e nunca produz o valor.
- LGPD
- Dados isolados por conta
O problema
Não é falta de dado. É dado ilegível.
A empresa não compra caro por incompetência, compra caro porque não tem o número. Então o comprador negocia desconto sobre a proposta do fornecedor, em vez de discutir o custo. E o efeito é composto: cada ponto percentual aceito sem exame entra na base e é reajustado de novo no ano seguinte.
O número existe, e ninguém consegue usar
O preço já está dentro da empresa, em contrato, proposta e planilha, espalhado em pasta e caixa de entrada. Então o comprador negocia desconto sobre a proposta do fornecedor, em vez de discutir o custo.
Escala não explica a diferença de preço
Na base completa de notas fiscais de empresas chilenas, a amplitude de preço entre compradores é de 46 pontos percentuais para o produto médio, e tamanho e volume explicam só uma parte pequena disso. Quem paga caro numa coisa paga caro em várias. Fonte: NBER Working Paper 33128.
O índice do contrato não é o custo do serviço
No mesmo período de 2026: IPCA em 4,64%, IGP-M em 2,76%, e o custo operacional da vigilância elevado por acordo coletivo perto de 6%. O contrato usa um deles, escolhido anos atrás, e ninguém confere se ele ainda representa o custo.
E o que se negocia some antes do resultado
As organizações perdem em média 11% do valor do contrato depois da assinatura, e vazamentos de economia acima de 50% ocorrem quando o caminho entre a negociação e a conta de resultado não é acompanhado. Fontes: World Commerce & Contracting com a Ironclad, e Efficio.
O que já está pronto
Cada tela responde uma pergunta do seu dia.
Na ordem em que a pergunta aparece, e não na ordem do nosso menu.
- Como está minha carteira?
- Doze contratos sob referência, quatro acima, três que renovam em noventa dias, dois com índice descolado do que o mercado pratica. Anomalia antes de métrica, e o escopo declarado no topo.Visão geral
- O que eu preciso olhar hoje?
- Não é lista de tudo, é lista do que mudou: contrato que vence, Convenção que reajustou, preço que se descolou. Em lista ou calendário, porque renovação é assunto de data.Negociações
- Esse preço está certo?
- O que o fornecedor pediu, o que se justifica, de onde vem cada número, e a composição de custo deste ano ao lado da do ano passado, linha a linha. Você sai daqui com o que falar na reunião.Negociações, dentro de uma
- Quanto isso deveria custar?
- Fora do fluxo de evento, quando você quer consultar ou orçar. Preço por fornecedor, faixa pública, e a projeção da categoria para o ano seguinte.Itens
- O que eu consegui provar?
- Redução e custo evitado, separados, com a metodologia à vista. As duas linhas nunca somadas, porque o financeiro trata cada uma de um jeito.Economia
- De onde veio esse número?
- Transversal. Abra o contrato, abra o fornecedor, pergunte ao assistente. Toda resposta cita a origem.Contrato, Fornecedor e Assistente
Como funciona
O produto é quase um ETL de preço.
Recebe documento e driver, transforma em referência de preço, e exporta um dossiê que vai para a mesa. O primeiro passo entrega valor na primeira semana sem depender de evento nenhum.
- 01
Lê a carteira, sem esperar evento
Assim que os contratos entram. Cada item e posto é tipificado, o posto casa com a ocupação canônica, e o fornecedor casa em três níveis de CNPJ: estabelecimento, empresa e grupo. Casamento incerto nunca é resolvido sozinho, vira pendência humana.
- 02
Abre a composição em rubricas comparáveis
E pontua quanto do valor ficou em rubrica agregada, porque planilha que esconde o custo dentro de uma linha só não é discutível.
- 03
Vincula os drivers e vigia
Convenção, índices e referência pública. Quando um driver se move, a plataforma recalcula sozinha e abre a negociação sugerida, por vencimento, por driver ou por desvio.
- 04
Calcula, e registra o desfecho
Pedido, justificável, diferença, e a fonte de cada número. O que foi acordado volta para o histórico com a prova, e é assim que a próxima negociação começa melhor que esta.
A procedência
Cinco fontes, todas verificáveis.
Nenhuma fonte aparece sozinha. Elas existem para se checarem, e um número sustentado por uma só aparece marcado como fraco. Todas são públicas e gratuitas, e é por isso que dá para prometer origem para cada número sem depender de comprar base de ninguém.
- 01
A composição de custo do próprio fornecedor
A planilha que abre o preço: salário, encargos, benefícios, provisões, insumos, custos indiretos e lucro. É o custo aberto pela própria contraparte, discutível linha a linha.
- 02
O histórico da sua empresa
Contrato, proposta e pedido viram pontos de preço, por item e por fornecedor, com o cotado sempre separado do comprado.
- 03
Os drivers de custo
Convenção Coletiva da categoria, índices, encargos e tributos. As Convenções ficam registradas no Mediador do Ministério do Trabalho, com consulta aberta, e os índices no Banco Central, no IBGE e na FGV.
- 04
A referência de contratação pública
O que o Governo Federal paga pelos mesmos serviços e itens, pelo Portal Nacional de Contratações Públicas.
- 05
A referência salarial oficialfonte desligada
Quanto o mercado paga naquela função e região. A porta existe e a fonte está desligada: a base de admissões do Ministério do Trabalho é publicada sob licença que proíbe obra derivada, então a tela diz que não há referência salarial, com o motivo, em vez de inventar o número.
Zero
Nenhum número financeiro sai de inteligência artificial. Sai de cálculo, com os insumos à vista. A IA lê o documento e explica o resultado em português, e é só isso que ela faz.
Do documento
O valor pedido nunca é digitado pelo comprador, vem do documento do fornecedor. Na renovação a referência é a composição do ano anterior mais a Convenção vigente, independente de qual documento alguém sobe.
Nunca sozinha
Referência pública sempre aparece com a ressalva de volume, condição e data, no mesmo tamanho do número. Sozinha ela viraria argumento que não sobrevive à primeira pergunta do fornecedor.
Duas linhas
Redução e custo evitado nunca são somados. As duas valem, e o financeiro trata cada uma de um jeito. Separar é mais forte, porque é o contrafactual documentado.
Para quem
Dois lados da mesa, e uma fronteira dura.
O comprador de indiretos
Analista ou coordenador com dez a trinta contratos na mão, com meta de saving e cobrado por ela sem ter número para mostrar. O dia dele é reativo: ele não explora sistema, ele reage ao que chega. Por isso o produto vai até ele, e a tela de entrada nasce populada.
O preposto do fornecedor
Gerente comercial ou de contratos da prestadora, que atende dezenas de clientes, cada um com um portal diferente. Aqui ele não cria conta, não lembra senha e não digita rubrica: confirma quem é, anexa a planilha de composição que já tem e preenche cinco campos.
O fornecedor vê o pedido de cotação dele e a proposta dele. Nunca vê preço de concorrente, histórico do comprador ou o justificável. Se ele enxergasse o que sustenta a nossa posição, teríamos entregado a carta de negociação para o outro lado da mesa.
Gestor de compras e financeiro leem, e não operam. É permissão de leitura, não persona de produto.
Começa por serviço com mão de obra dedicada
Limpeza, vigilância, portaria, recepção e manutenção predial. O item é padronizado, a composição de custo é prática consolidada, a base é pública, e o reajuste é discutível rubrica por rubrica. E o argumento mais forte vem do outro lado da mesa: a própria federação do setor registra que a atividade é intensiva em mão de obra, com grande parte da receita indo para salários, benefícios e tributos. Se quase tudo é mão de obra, e mão de obra é pública e normatizada, o preço é calculável. Só ninguém calcula. Depois atravessa para locação, frota, logística, manutenção e telecom, e o que muda são os drivers.
A fronteira
Não competimos com o seu sistema, nos plugamos nele.
O sistema que você já tem executa e registra. O Suplys decide e prova, e não move transação nenhuma.
O que o Suplys registra
- a série de preço por item e fornecedor
- o justificável, e a fonte de cada número que o sustenta
- a negociação e o desfecho dela
- a economia apurada, em duas linhas separadas
O que ele não registra
- o pedido de compra
- a nota fiscal
- o estoque
- o contrato como documento legal
- o cadastro mestre de fornecedor da empresa
A regra que resolve o caso duvidoso: o Suplys é sistema de registro daquilo que ele mesmo decide, e de mais nada. Se outro sistema da sua casa já é a autoridade sobre o dado, a gente lê e não escreve.
Perguntas
O que perguntam antes de entrar.
- Isso substitui o meu ERP ou o meu sistema de compras?
- Não, e não é para substituir. O Suplys não move transação nenhuma: ele é a camada de referência que diz qual número é defensável, e por quê. O sistema que você já tem executa e registra, o Suplys decide e prova.
- De onde vem cada número?
- De uma das fontes, e a tela diz qual. A regra é que nenhuma aparece sozinha: elas existem para se checarem, e um número sustentado por uma fonte só aparece marcado como fraco.
- A inteligência artificial calcula o preço?
- Não. Ela lê o documento e explica o resultado em português. O valor sai de cálculo determinístico, com os insumos à vista, e o arquivo que gera o texto de negociação não importa nada do pacote do agente. A ausência de dependência é o controle.
- E se o preço estiver certo?
- Então o produto entrega tranquilidade em vez de economia, e continua valendo. Nem toda diferença é abuso: às vezes o preço está certo e a empresa não tinha como confirmar.
- O meu fornecedor precisa se cadastrar?
- Não. Ele abre um link com token opaco, confirma a razão social e o CNPJ que já foram amarrados no convite, anexa a planilha de composição que já tem e preenche cinco campos. Se pedíssemos mais, ele voltaria para a caixa de entrada e o histórico de preço cotado secaria.
- Vocês têm caso de cliente com número publicado?
- Ainda não, e por isso não há nenhum nesta página. Os alvos saem do primeiro caso real, e o caminho honesto para o primeiro número é mostrar a diferença entre o índice do contrato e o custo real da categoria, no caso concreto do cliente.
Como eu sei se estou pagando o preço certo, antes de responder ao fornecedor?
Se você já respondeu a um pedido de reajuste sem ter com o que comparar, esta é a pergunta que custa dinheiro na sua carteira. A demonstração abre sem conta e sem senha.